A Lavanda

A Lavanda/Alfazema tem sido documentada há mais 2500 anos, como erva, embora não com esse nome, mas pelo nome de nurdus, nardos, nardo ou espicanardo como era conhecida a Lavanda nos tempos antigos.

A erva foi utilizada para a mumificação 
e perfumes pelos egípcios, fenícios, e os povos da Arábia.
Os romanos chamavam a erva de lavanda que pode ter vindo do verbo latino "lavare", que significa "lavar", ou da palavra "livendulo" que significa "lívida ou azulada". Os gregos se referiam a ela como Nardus uma referência a cidade de Naardus, perto da região do rio Eufrates, na Síria. 

Na Índia era chamada de nardo, parece que seria uma referência à forma de suas flores.
Na Bíblia, citada aí diversas vezes; como por exemplo no “Cântico de Salomão” ou no evangelho de João 12:03 onde o escritor relata: “Então Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, de grande preço, ungiu os pés de Jesus, e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do bálsamo”.

Os gregos aprenderam a usar a lavanda com os egípcios, que além de usarem como perfume pessoal e nas mumificações, usavam também ungir a cabeça com o óleo desta planta. 
O filósofo/botânico grego Theophrastus (370-286 A.C.) um dos mais importantes botânicos da antiguidade, escreveu sobre as qualidades de cura de 
perfumes em seu livro "Sobre Odores".

A alfazema de cor, um suave Tom de roxo, é fortemente feminina. Porque roxo é a cor da realeza, a lavanda de cor também fala de elegância, requinte e luxo. 
Flores cor de lavanda falam de riqueza e sabedoria quando dado como um presente.

As substâncias ativas do óleo de lavanda podem melhorar a nossa qualidade de vida, tanto física ou emocionalmente. O seu aroma delicioso tem o dom de trazer alegria, abrindo as asas da nossa imaginação e tornando o raciocínio mais claro e sereno.

Tem o dom de gerar harmonia, quando necessário, de maneira sutil e delicada. Tanto acalma como nos dá energia e vontade firme.

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